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Notícia publicada em 05/05/2014
Seminário discute agricultura familiar com produtores rurais de Santa Rosa do Tocantins

05/05/2014 – Jorge Alex Neri – DRT 936MTB/MS

Foi realizado no sábado (03) em Santa Rosa do Tocantins o II Seminário da Agricultura Familiar. O objetivo das palestras foi esclarecer o produtor rural sobre programas institucionais, formas de diversificar a produção e cuidados com alimentos, e a permanência no campo com geração de renda. Segundo o diretor de Agricultura e Associativismo , Mauro Batista compareceram mais de 500 agricultores.

O evento foi aberto ao público e realizado no pátio da Escola Municipal Tia Mireta entre 08:30 e 13:00 horas. Tendo sido servido um coff break as 10:00hs, e almoço ao término das palestras.

Agricultura familiar

A agricultura familiar pode ser entendida como o cultivo da terra realizado por pequenos proprietários rurais, tendo como mão de obra essencialmente o núcleo familiar.
Agricultura familiar gera mais de 80% da ocupação no setor rural e responde no Brasil por sete de cada 10 empregos no campo e por cerca de 40% da produção agrícola. Atualmente a maior parte dos alimentos que abastecem a mesa dos brasileiros vem das pequenas propriedades. A agricultura familiar favorece emprego de práticas produtivas ecologicamente mais equilibradas, como a diversificação de cultivo, o menor uso de insumos industriais e a preservação do patrimônio genético. Em 2009 cerca de 60% dos alimentos que compuseram a cesta alimentar distribuída pela Conab originaram-se da Agricultura Familiar.

Importância da Agricultura Familiar no mundo.

Este foi um dos temas da palestra proferida por Rita de Cassio Gaspio Rezende.
“A importância desse setor para o desenvolvimento sustentável das nações é incontestável. Sabendo disso, a ONU aprovou por unanimidade a celebração do Ano Internacional da Agricultura Familiar, em 2014. O lançamento oficial foi no dia 22 de novembro de 2013, na sede da ONU em Nova York. No Brasil, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Agrário planejar, propor, promover, articular e organizar as atividades

A intensa participação da agricultura familiar na economia dos países não esconde a realidade de um mundo rural ainda marcado pela pobreza. No Brasil quase metade dos 24 milhões de miseráveis vive no meio rural. Por tudo isso, 2014 tem o objetivo de reposicionar a agricultura familiar no centro das políticas agrícolas, ambientais e sociais nas agendas nacionais, identificando maneiras eficientes de apoio.”

Pronaf

O Pronaf financia projetos individuais ou coletivos, que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. O programa possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais, além das menores taxas de inadimplência entre os sistemas de crédito do País.
Um mecanismo complementar ao Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) foi o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) que é considerado como uma das principais ações estruturantes do Programa Fome Zero. O PAA apoia à comercialização dos produtos alimentícios da agricultura familiar, no qual o governo adquire alimentos dos agricultores familiares e doa parte dele para pessoas em risco alimentar.

O Programa segue a Lei nº 11.947/2009 que determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas.

A aquisição de gêneros alimentícios será realizada, sempre que possível, no mesmo município das escolas. Quando o fornecimento não puder ser feito localmente, as escolas poderão complementar a demanda entre agricultores da região, território rural, estado e país, nesta ordem de prioridade.

A nova Lei foi regulamentada pela Resolução nº 38, do Conselho Deliberativo do FNDE, que descreve os procedimentos operacionais que devem ser observados para venda dos produtos oriundos da agricultura familiar às Entidades Executoras, sendo, as secretarias estaduais de educação e redes federais de educação básica ou suas mantenedoras, que recebem recursos diretamente do FNDE, responsáveis pela execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).Assuntos também adobados por Rita de Cassio Gaspio Rezende e Irismar Leopoldo Leão

Outros assuntos que foram abordados neste seminário foi o cronograma de distribuição das ciernas do Programa Tocantins sem sede Cronograma de distribuição das cisternas do programa Tocantins Sem sede e instalação das pequenas barragens.
Palestrante: Péricles Andrade, Diretor de Expansão Meio Ambiente e Fiscalização.

Programa Terra forte, potencial da agricultura para alimentação humana geração de renda no
campo.
Palestrante: Guilherme Nogueira Paiva, Eng. Ambiental.

O balanço deste II Seminário da Agricultura Familiar foi muito positivo avalia o prefeito de Santa Rosa Ailton Araújo, que vem lutando pela melhoria da renda dos habitantes do município.
Um dos conselhos do prefeito é que pequenos agricultores procurem cultivar seringueiras que é um cultura de médio prazo com resultados surpreendentes ao longo de uma vida. Ele mesmo pretende plantar 20 ha. em sua pequena propriedade.

Na ocasião a prefeitura apresentou aos agricultores e população em geral os tratores, equipamentos e demais maquinas para apoiar a agricultura familiar.Sendo 5 tratores, 3 plantadeiras, 2 calcareadeira, 5 grades de arado, e caminhões basculantes, 1 carreta agrícola, tanque para água de 4.000 litros e 2 roçadeiras.

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